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Quem É Deus?

terca-feira25/08/20264 min de leitura

Teus, ó Senhor, são a grandeza, o poder, a glória, a majestade e o esplendor, pois tudo o que há nos céus e na terra é teu. Teu, ó Senhor, é o reino; tu estás acima de tudo.1 Crônicas, capítulo 29, versículo 11

Como é sua visão de Deus? Um ser santo, autoritário, zangado e preocupado com nossas falhas?

Para saber quem nós somos, precisamos primeiro saber quem é Deus. Só percebemos quem somos quando percebemos quem Ele é e como Ele nos vê. Olhando para Deus como Pai, Filho e Espírito Santo vemos que eles são três, mas completamente um. Eles têm um relacionamento incrível e igual, sem competição entre eles. São o maior exemplo de amor e honra. Este era o projeto inicial da Família de Deus e se não entendermos isso, criaremos nossos próprios projetos a partir de uma visão de mundo da Cadeira 2 (focada no eu).

E foi isso que aconteceu com Lúcifer ("Como você caiu dos céus, ó estrela da manhã, filho da alvorada! Como foi atirado à terra, você, que derrubava as nações! Você que dizia no seu coração: "Subirei aos céus; erguerei o meu trono acima das estrelas de Deus; eu me assentarei no monte da assembléia, no ponto mais elevado do monte santo. Subirei mais alto que as mais altas nuvens; serei como o Altíssimo"." (Isaías, capítulo 14, versículos 12 a 14)), ele não se amava como o Pai o amava e não se juntou à cultura do Pai, do Filho e do Espírito, que poderia apontar os outros como mais valiosos e bonitos. Ele aparentemente decidiu que se ele se tornasse como o Pai, Filho e Espírito, ele se sentiria melhor consigo mesmo.

Nunca vemos este tipo de crise de identidade com Jesus, nos Evangelhos. Ele nunca perguntou: “Por que sou apenas um Filho enquanto você é o Pai”? ou “Por que só eu tive que ir para a cruz”? Jesus estava completamente seguro da sua identidade.

Lúcifer tinha um problema com sua identidade e estava inseguro. Queria ser como Deus e sentar-se no trono. Ele parecia pensar: “Se eu fizer algo, então, terei algo e poderei ser algo”. Foco no eu.

O LADRÃO DE IDENTIDADE

Foi a mesma estratégia que o inimigo usou com Adão e Eva no Jardim do Éden. Fez com que questionassem a natureza de Deus: “Será que Deus realmente disse…?” Na verdade, ele quis dizer: “Deus é realmente bom, e você é realmente bom o suficiente?” A proposta era que se comessem da árvore, seriam como Deus. Em outras palavras: “Se você fizer isso, você terá e, então, você se tornará.” Ele inverteu a ordem da identidade e herança.

A VELHA MENTIRA

A ironia é que o inimigo os tentou com algo que eles já tinham - a semelhança de Deus.

Após ouvirem a voz da serpente, o mundo se tornou um orfanato que começou a buscar a identidade em outras coisas, além de Deus. O espírito órfão sempre se sente insuficiente e pensa que algo mais deve ser feito. A resposta religiosa a esta insuficiência é preencher o vazio em nossos corações com atividades. Vamos ao campo para trabalhar para Deus, porque quanto mais fazemos para Ele, mais valiosos nos sentimos.

Todos nós fomos afetados pela queda de Adão e Eva. Com isso, a maior parte dos Cristãos vive na Cadeira 2 e visita a Cadeira 1, de vez em quando, mas poucos moram na Cadeira 1.

Quando estamos alinhados com o Reino, somos capazes de ver a face de Deus, ouvir Sua voz, sentir Seu amor e experimentar Sua presença. Quando todas essas coisas estão no lugar e estamos alinhados, atraímos a bênção do Pai, que desbloqueia nosso destino. E assim, mudamos a maneira como vemos Deus e a maneira como vemos os outros. O inimigo está constantemente tentando nos manter na Cadeira 2, para evitar que tudo isso aconteça.

Os problemas se tornarão promessas à medida que você vê o mundo pelos olhos de Deus.

Cuidado com essas mentiras:

  • Você pode se tornar algo fazendo algo;
  • Você não é quem Deus diz que você é;
  • Você pode se tornar algo melhor do que Deus diz que você é.

CONCLUSÃO:

A estratégia de Lúcifer é nos manter longe da intimidade com Deus.